Decisões de hoje, séculos de amanhã: educação como escudo contra RCGs

Victoria da Cruz Dias

Publicado em:
3/1/2026

Resumo

Riscos catastróficos globais (RCGs) incluem desastres naturais e ameaças criadas pelo ser humano — de supervulcões e pandemias a guerras nucleares, IA hostil e colapso climático — capazes de comprometer a continuidade da civilização. O ensaio dialoga com o movimento do Altruísmo Eficaz, que busca alocar recursos onde salvem mais vidas no presente e no futuro, defendendo que reduzir RCGs é moralmente urgente porque o valor das próximas gerações equivale ao das atuais. Embora avanços técnicos e políticas específicas sejam essenciais, a raiz de muitos riscos reside em decisões humanas moldadas por falta de empatia, visão de longo prazo e educação adequada. O texto argumenta que a prevenção duradoura exige inserir conteúdos sobre RCGs, ética tecnológica, cooperação e inteligência emocional desde a educação básica, formando cidadãos capazes de avaliar consequências globais das suas escolhas. Sem essa transformação cultural, continuaremos vulneráveis a agir por ganhos imediatistas que ampliam ameaças existenciais; com ela, soluções técnicas ganharão suporte social e político suficiente para proteger o legado humano. Assim, o combate aos RCGs depende tanto de inovação científica quanto de uma cultura de responsabilidade intergeracional, solidariedade e compaixão que priorize o bem-estar planetário a longo prazo.

Palavras-chave:
riscos existenciais; educação; responsabilidade intergeracional; altruísmo eficaz; resiliência global

Riscos catastróficos globais são eventos ou ameaças com potencial de causar danos massivos à humanidade, comprometendo o bem-estar em escala planetária e, em casos extremos, colocando em risco a própria continuidade da civilização ou a sobrevivência da espécie humana. Esses riscos podem ser de origem natural, como o impacto de asteroides, a erupção de supervulcões, grandes terremotos, tsunamis, enchentes e secas extremas, ou ainda pandemias causadas por agentes biológicos naturais, como vírus e bactérias. Já entre os riscos de origem antropogênica — ou seja, causados pela ação humana — destacam-se as guerras nucleares, o aquecimento global e as mudanças climáticas extremas, o colapso ecológico devido à degradação ambiental, a criação e uso indevido de biotecnologias, pandemias artificiais criadas em laboratório, além do desenvolvimento descontrolado de tecnologias avançadas, como inteligência artificial hostil ou ciberataques de grande escala. Em todos esses casos, o impacto pode ser tão severo que ameaça não apenas milhões de vidas, mas também a estabilidade dos sistemas essenciais para a sobrevivência da humanidade (BRASIL DE FATO, 2024).

O perigo desses riscos vai além da perda imediata de vidas e infraestrutura. Caso um evento catastrófico global se concretize, corremos o risco de perder todo o avanço tecnológico, científico e cultural que a humanidade acumulou ao longo de milênios. Isso significa que, além do sofrimento humano, poderíamos regredir a estágios anteriores de desenvolvimento, com colapso de sistemas essenciais como energia, saúde, comunicação e produção de alimentos, tornando extremamente difícil — ou até impossível — reconstruir a sociedade como conhecemos hoje. A perda desse patrimônio coletivo não comprometeria apenas o presente, mas limitaria drasticamente o potencial das futuras gerações, ameaçando o próprio legado da humanidade e sua capacidade de prosperar novamente após uma catástrofe dessa magnitude.

O movimento Altruísmo Eficaz, ou Effective Altruism, é uma comunidade global de pessoas e organizações dedicadas a maximizar o impacto positivo no mundo por meio de decisões guiadas pela razão e por evidências. Seu objetivo central é direcionar recursos — como tempo, dinheiro e talentos — para as causas e intervenções que realmente salvam vidas, reduzem sofrimento e promovem o bem-estar, tanto no presente quanto no futuro.

Dentro dessa perspectiva, o Altruísmo Eficaz considera fundamental identificar, priorizar e mitigar riscos catastróficos globais, guiado pela convicção de que o valor moral das futuras gerações é equivalente ao das pessoas que vivem hoje. Proteger o futuro da humanidade, portanto, torna-se uma das causas mais urgentes e impactantes, já que a ocorrência de um risco catastrófico global pode não apenas causar perdas humanas imediatas, mas também restringir de forma permanente o potencial de desenvolvimento e realização das gerações futuras.

O conceito de risco existencial é central nesse contexto: refere-se a ameaças capazes de eliminar a espécie humana ou de limitar drasticamente sua capacidade de se recuperar e prosperar após um evento extremo. Para o movimento, reduzir esses riscos é uma das formas mais eficazes de beneficiar o maior número possível de seres sencientes, agora e no futuro. Assim, riscos catastróficos globais não são vistos apenas como cenários hipotéticos, mas como desafios concretos e urgentes que exigem ação coordenada, pesquisa interdisciplinar e alocação estratégica de recursos para garantir a continuidade e o florescimento da vida no planeta.

Quando se discute Riscos Catastróficos Globais (RCGs) dentro da comunidade do Altruísmo Eficaz, é notável que o foco predominante recai sobre iniciativas de pesquisa, desenvolvimento de políticas e projetos direcionados à mitigação de ameaças específicas, como pandemias, riscos de inteligência artificial, mudanças climáticas extremas ou segurança alimentar em cenários de catástrofe. Essas abordagens são fundamentais e têm gerado avanços importantes, seja na formulação de respostas rápidas a emergências, seja na construção de capacidades institucionais e científicas para lidar com ameaças que podem comprometer o futuro da humanidade.

No entanto, raramente se observa um debate aprofundado sobre a importância da educação desde as fases iniciais da formação humana como estratégia de prevenção de RCGs. Isso é surpreendente, pois, ao analisar a origem e a dinâmica desses riscos, percebe-se que, quase sempre, há decisões humanas — conscientes ou inconscientes — por trás de sua emergência ou agravamento. Seja no desenvolvimento de tecnologias potencialmente perigosas, na tomada de decisões políticas que afetam o meio ambiente, ou mesmo na disseminação de informações e comportamentos em situações de crise, são pessoas, grupos e sociedades que, direta ou indiretamente, determinam o grau de exposição e vulnerabilidade global a esses riscos.

A literatura e as organizações internacionais que trabalham com educação em contextos de emergência e redução de riscos de desastres destacam que a educação tem papel central tanto na preparação quanto na resiliência de comunidades frente a ameaças globais (BIBLIOSUS, 2010). Ao promover o desenvolvimento de competências, valores e consciência crítica desde cedo, a educação pode capacitar indivíduos para reconhecer, avaliar e agir de forma responsável diante de riscos complexos. Isso inclui desde a compreensão dos impactos das mudanças climáticas, até a ética no uso de tecnologias avançadas e a importância da cooperação internacional para a segurança coletiva (DA SILVA FILHO; AIRES; SANTOS JUNIOR, 2020).

Apesar de algumas iniciativas pontuais, como programas de capacitação em universidades ou projetos de educação para resiliência em escolas afetadas por desastres, ainda há um espaço significativo para que o movimento do Altruísmo Eficaz amplie sua atuação nesse campo. Investir em educação de base, integrando conteúdos sobre riscos catastróficos globais nos currículos formais e informais, pode criar uma nova geração de cidadãos mais conscientes, críticos e preparados para lidar com desafios inéditos. Isso não apenas fortalece a prevenção, mas também contribui para que as soluções futuras sejam mais éticas, inclusivas e sustentáveis.

A educação emocional é o processo sistemático de desenvolver habilidades para reconhecer, compreender e gerenciar as próprias emoções, além de cultivar empatia, compaixão e relações interpessoais saudáveis. Seus benefícios incluem maior autoconhecimento, capacidade de autorregulação, resiliência diante de adversidades, motivação sustentada e competências sociais essenciais para a cooperação. Indivíduos com alta inteligência emocional tendem a ter melhor saúde mental, desempenho acadêmico e profissional, além de uma visão mais responsável sobre o impacto de suas escolhas (ELMOSE; ROTH, 2005 apud SCIELO, 2021).

A ausência dessa formação nas escolas gera adultos incapazes de vincular suas ações às consequências coletivas. Sem compreender suas próprias emoções, tornam-se propensos a decisões impulsivas, egocêntricas e de curto prazo (SANTOS, 2019). Essa desconexão emocional manifesta-se em profissionais que priorizam lucros imediatos ignorando danos ambientais, líderes políticos que negligenciam evidências científicas para ganhos eleitorais, ou cidadãos que disseminam desinformação durante crises. Tais atitudes, quando multiplicadas socialmente, alimentam riscos catastróficos: mudanças climáticas aceleradas por negligência corporativa, pandemias agravadas por descoordenação global, ou conflitos internacionais inflamados por polarização.

O paradoxo é evidente: mesmo com avanços tecnológicos para mitigar ameaças, permanecemos vulneráveis porque a raiz dos riscos globais está na desconexão humana. Quando a educação não ensina compaixão, perdemos a capacidade de nos importar com gerações futuras; quando não desenvolve autorreflexão, subestimamos como escolhas diárias — como consumo predatório ou apoio a políticas miopes — acumulam-se em ameaças existenciais. A inteligência artificial desalinhada, por exemplo, muitas vezes emerge de equipes que não discutem ética; crises ecológicas, de culturas corporativas que penalizam a precaução.

A ausência de empatia e inteligência emocional tem desempenhado um papel agravante em diversas crises globais recentes, tornando desafios já complexos ainda mais difíceis de serem superados. Durante a pandemia de COVID-19, por exemplo, o baixo nível de empatia foi associado ao aumento do estresse coletivo, à intensificação do individualismo e à dificuldade de lidar com o sofrimento alheio. Estudos apontam que, em sociedades onde as pessoas não conseguem se colocar no lugar do outro, houve maior incidência de ansiedade, depressão e conflitos interpessoais, além de menor adesão a medidas de proteção coletiva, como o uso de máscaras e o distanciamento social (UOL, 2021). Esse comportamento não apenas elevou o sofrimento individual, mas também comprometeu a eficácia das respostas públicas à crise sanitária, ampliando o número de vítimas e dificultando a recuperação social.

A falta de empatia também se manifesta em crises humanitárias, como a migração em larga escala. Líderes e populações que não conseguem enxergar a dor dos refugiados frequentemente adotam políticas de exclusão e endurecimento de fronteiras, agravando o sofrimento de milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade (CFP, 2024). Em conflitos armados e guerras, a incapacidade de compreender e respeitar as diferenças culturais e religiosas tem sido um fator central para a escalada da violência, resultando em tragédias que poderiam ser evitadas com mais diálogo e compreensão mútua.

Além disso, a corrupção política e a busca egoísta por poder, alimentadas pela ausência de compaixão e responsabilidade coletiva, perpetuam desigualdades sociais e impedem avanços em questões urgentes como mudanças climáticas e justiça social (REVISTA GESEC, 2024). A falta de inteligência emocional nos ambientes de trabalho e nas lideranças políticas contribui para decisões impensadas, aumento da agressividade e banalização da violência, como observado em diversos contextos durante e após a pandemia.

Mesmo quando se trata de riscos naturais, como enchentes, deslizamentos, secas ou tempestades, a vulnerabilidade e o impacto desses eventos são amplificados por escolhas humanas. O crescimento desordenado das cidades, por exemplo, faz com que áreas de risco — como encostas, margens de rios e regiões sujeitas a inundações — sejam cada vez mais ocupadas, muitas vezes por populações em situação de vulnerabilidade social. Dados mostram que, enquanto as áreas urbanas no Brasil triplicaram desde 1985, a ocupação próxima a leitos de rios quadruplicou e em áreas de alta declividade quintuplicou, evidenciando como decisões de planejamento urbano inadequadas aumentam a exposição a desastres naturais (UOL, 2022). Além disso, políticas públicas insuficientes ou mal implementadas, aliadas à falta de preparação coletiva, agravam ainda mais os danos causados por esses fenômenos. A ausência de sistemas de alerta eficientes, de obras de contenção e de ações educativas para a população resulta em tragédias recorrentes, como enchentes e deslizamentos que poderiam ser minimizados com maior prevenção e organização comunitária.

A literatura especializada destaca que a intensidade do impacto de um desastre natural depende não apenas da força do fenômeno, mas das condições sociais, econômicas e ambientais pré-existentes (MODELOS DE VULNERABILIDADE..., 2011). Isso significa que o desastre não é causado apenas pela natureza, mas também pela vulnerabilidade construída ao longo do tempo por decisões humanas. Por isso, a cultura de prevenção e a responsabilidade coletiva não podem ser vistas como um complemento, mas sim como uma condição fundamental para reduzir tanto a probabilidade quanto os efeitos dos riscos catastróficos globais. Investir em educação, planejamento urbano responsável, gestão ambiental, preparação comunitária e políticas públicas eficazes é essencial para transformar sociedades vulneráveis em comunidades resilientes, capazes de enfrentar e superar adversidades naturais com menos perdas e mais solidariedade.

Diversas escolas ao redor do mundo já incorporam programas de inteligência emocional em seus currículos, reconhecendo que o desenvolvimento dessas competências é fundamental para a formação integral dos alunos e para a construção de sociedades mais resilientes. Iniciativas como o programa SEL (Social and Emotional Learning), amplamente adotado em países como Estados Unidos, Canadá e Austrália, mostram resultados consistentes: alunos expostos a práticas regulares de educação emocional apresentam melhor desempenho acadêmico (11 pontos percentuais acima da média), redução de 25% em casos de bullying e ambientes escolares mais inclusivos (DURLAK et al., 2011; CASEL, 2025). No Brasil, projetos como o Compasso, do Instituto Ayrton Senna, e a Escola da Inteligência, de Augusto Cury, já impactaram 270 mil estudantes, promovendo autoconhecimento, empatia e habilidades de convivência (TERRA, 2018; BRAZILFOUNDATION, 2019). Experiências semelhantes podem ser encontradas em Singapura, onde a formação docente inclui o desenvolvimento socioemocional como pilar central (SAPGRP, 2024), e na Argentina, onde programas de fortalecimento emocional são implementados há uma década, resultando em alunos mais cooperativos e resilientes (WORLDCRUNCH, 2024).

Esses programas não apenas melhoram o clima escolar e a saúde mental dos estudantes, mas também preparam crianças e jovens para lidar com desafios complexos — uma competência essencial diante de riscos globais. Embora ainda não haja estudos de longo prazo que relacionem diretamente a educação emocional à mitigação de RCGs, há consenso de que indivíduos emocionalmente inteligentes tendem a tomar decisões mais responsáveis e a contribuir para culturas de prevenção (CASEL, 2025; PANORAMA EDUCATION, 2023). Em contextos de emergência, como desastres naturais ou pandemias, escolas com programas SEL relatam maior capacidade de organização e adaptação, elementos críticos para a resiliência coletiva (MINNESOTA DEPARTMENT OF EDUCATION, 2024).

Reconhecer e enfrentar os riscos catastróficos globais significa admitir que, por trás de cada curva de contágio, cada gigatonelada de CO₂ e cada linha de código potencialmente perigosa, há decisões humanas guiadas por valores. Vacinas, sistemas de alerta e políticas climáticas continuarão indispensáveis, mas fracassarão se não forem sustentados por uma transformação cultural que valorize o amanhã tanto quanto o presente. Precisamos cultivar, desde cedo, uma ética de responsabilidade intergeracional, fortalecer uma solidariedade que não aceite o sofrimento alheio como efeito colateral e trocar ganhos imediatistas por projetos civilizatórios de longo prazo. Sem essa mudança de mentalidade, até as soluções tecnológicas mais avançadas serão minadas por interesses curtos e disputas de poder; com ela, cada inovação passará a ser avaliada pelo seu potencial de ampliar a segurança coletiva e proteger o futuro compartilhado.

Nesse sentido, a experiência internacional mostra que investir em inteligência emocional e empatia nas escolas não é apenas benéfico ao indivíduo: é uma estratégia decisiva para sociedades que precisam encarar ameaças planetárias. Ao formar cidadãos críticos, conscientes e solidários, a educação emocional amplia a capacidade de agir eticamente diante de desafios como pandemias, mudanças climáticas e avanços tecnológicos arriscados. Assim, a verdadeira defesa contra os RCGs combina ciência de ponta com uma cultura de compaixão e visão de longo prazo, garantindo que as futuras gerações herdem não só um planeta habitável, mas também a sabedoria coletiva necessária para preservá-lo.

Referências

A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL nas práticas educativas: uma abordagem sobre educação emocional e sua contribuição para o desenvolvimento integral do aluno. Cadernos de Educação, 2021. Disponível em: https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/cadernosdeeducacao/article/view/1036251. Acesso em: 26 jun. 2025.

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